Mensagens para Reunião de Pais

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Mensagens para reunião de pais

É muito importante que os pais dos nossos alunos compareçam a reunião de pais para que a comunicação sobre o desenvolvimento dos filhos seja clara e aprimorada.
É essencial que as mensagens para reunião sejam claras e compatíveis com as propostas dos professores.

Selecionamos diversas mensagens da internet para reunião de pais, veja qual combina melhor com você!

A SOMA DOS TALENTOS
SE A NOTA DISSESSE:

“NÃO É UMA NOTA QUE FAZ UMA MÚSICA.”

… NÃO HAVERIA SINFONIA.

SE A PALAVRA DISSESSE:

“NÃO É UMA PALAVRA QUE PODE FAZER UMA PÁGINA.”

… NÃO HAVERIA LIVRO.

SE A PEDRA DISSESSE:

“NÃO É UMA PEDRA QUE PODE MONTAR UMA PAREDE.”

…NÃO HAVERIA CASA.

SE A GOTA DISSESSE:

“NÃO É UMA GOTA DE ÁGUA QUE FAZ O RIO.”

…NÃO HAVERIA O OCEANO.

SE O GRÃO DE TRIGO DISSESSE:

“NÃO É O GRÃO QUE PODE SEMEAR O CAMPO.”

…NÃO HAVERIA COLHEITA.

SE O HOMEM DISSESSE:

“NÃO É UM GESTO DE AMOR QUE PODE SALVAR A HUMANIDADE.”

JAMAIS HAVERIA JUSTIÇA E PAZ, DIGNIDADE E FELICIDADE NA TERRA DOS HOMENS.

COMO A SINFONIA PRECISA DE CADA NOTA,

COMO O LIVRO PRECISA DE CADA PALAVRA,

COMO A CASA PRECISA DE CADA PEDRA,

COMO A COLHEITA PRECISA DE CADA GRÃO DE TRIGO,

A HUMANIDADE INTEIRA PRECISA DE TI,

ONDE ESTIVERES, ÚNICO E, PORTANTO, INSUBSTITUÍVEL.

COMO O FUTURO DO NOSSO PAÍS, PRECISA DA EDUCAÇÃO,

A FAMÍLIA E ESCOLA PRECISAM ESTAR JUNTAS, PARA

COMPARTILHAREM A ALEGRIA DO SUCESSO.

OBRIGADO POR ESTAREM CONOSCO, SOMANDO TALENTOS, MULTIPLICANDO SORRISOS, COMPARTILHANDO ALEGRIAS.

Filhos autônomos, filhos felizes

Filhos autônomos, filhos felizes. Os pais criam os filhos autônomos quando lhes ensinam aquilo que precisa ser feito, da maneira que acreditam ser correta, capacitando-os para a vida e não os abandonando à própria sorte. Não é preciso se preocupar com o momento de soltá-los, pois eles mesmos caminharão com as próprias pernas para fazer tudo o que lhes foi ensinado. Quando for cobrar, verifique o que foi assimilado e complete com as orientações que ache que ficou faltando.Entretanto, tenha isso em mente: a base para desenvolver a autonomia está em ensinar a seus filhos os valores que você acredita serem corretos e estabelecer regras convenientes. E também deixar claro aquilo que espera deles. Pais capacitados a educar os filhos sabem dar responsabilidade a eles,sabem até onde podem exigir deles, e não exigem nem mais e nem menos que isso; não extrapolam e nem se omitem e tem a autoridade para impor a disciplina necessária. Se você deseja ser um bom pai ou uma boa mãe, deve –e pode – aprender a fazer tudo isso.Um casal se capacita na tarefa de ser pai e mãe por meio de muito diálogo, muito interesse, muita paciência e determinação. O resultado sempre vale a pena.Os pais têm que ter autoridade. Ela é conquistada com respeito,posicionamento, valor e determinação. As crianças reconhecem alguém com autoridade e obedecem a voz de comando.Deixar os filhos a vontade para fazer o que quiserem torna-os inseguros,sem rumo e infelizes. Senão há quem as oriente e as controle, as crianças, em geral, ficam perdidas, não sabem o que fazer. Quando isso acontece, está aberto o caminho que possivelmente levariam seus filhos a tornarem-se crianças-problema. A bí­blia diz que os nossos filhos são como flechas na mão do arqueiro.Você precisa saber para onde as atira, pois, se as jogar ao acaso, sem mirar,elas irão parar em qualquer lugar, e, em geral, nunca vão para o lugar que você gostaria.
Texto:Cris Poli – A Super Nani

O NÓ DO AFETO

Era um reunião numa escola. A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças, falando da necessidade da presença deles junto aos filhos. Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade de acharem tempo para seus filhos.

Foi então que um pai, com seu jeito simples, explicou que saía tão cedo de casa, que seu filho ainda dormia e que, quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera. Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim, pois estava cada vez mais difícil sustentar a família. E contou como isso o deixava angustiado, por praticamente só conviver com o filho nos fins de semana.

O pai, então, falou como tentava redimir-se, indo beijar a criança todas as noites, quando chegava em casa. Contou que a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol, para que seu filho soubesse que ele estivera ali. Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava e lá estivera. E era o nó o meio de se ligarem um ao outro.

Aquela história emocionou a diretora da escola que, surpresa, verificou ser aquele menino um dos melhores e mais ajustados alunos da classe. E a fez refletir sobre as infinitas maneiras que pais e filhos têm de se comunicarem, de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros. O pai encontrou sua forma simples, mas eficiente, de se fazer presente e, o mais importante, de que seu filho acreditasse na sua presença.

Para que a comunicação se instale, é preciso que os filhos ‘ouçam’ o coração dos pais ou responsáveis, pois os sentimentos falam mais alto do que as palavras. É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho, revestidos de puro afeto, curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão, medo do escuro, etc.

Uma criança pode não entender certas palavras, mas sabe registrar e gravar um gesto de amor, mesmo que este seja um simples nó.

E você? Tem dado um nó no lençol do seu filho?

A LIÇÃO DA BORBOLETA

.Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais. O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo.Nada aconteceu!Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria como a borboleta. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar…Que a vida seja um eterno desafio, pois só assim voar será realmente possível.(autor desconhecido)

Girassóis e Miosótis

O girassol é flor raçuda,
que enfrenta até a mais violenta intempérie
e acaba sobrevivendo.
Ela quer luz e espaço e em busca desses
objetivos, seu corpo se contorse o dia inteiro.
O girassol aprendeu a viver com o sol
e por isso é forte.
Já o miosótis é plantinha linda,
mas que exige muito mais cuidado.
Gosta mais de estufa.
O girassol se vira… e como se vira!
O miosótis quando se vira, vira errado.
Precisa de atenção redobrada.
Há filhos girassóis e filhos miosótis.
Os primeiros resistem a qualquer crise:
descobrem um jeito de viver bem, sem ajuda.
As mães chegam a reclamar da independência
desses meninos e meninas, tal a sua capacidade
de enfrentar problemas e sair-se bem.
Por outro lado, há filhos e filhas miosótis,
que sempre precisam de atenção.
Todo cuidado é pouco diante deles.
Reagem desmesuradamente, melindram-se,
são mais egoístas que os demais, ou às vezes,
mais generosos e ao mesmo tempo tímidos,
caladões, encurralados.
Eles estão sempre precisando de cuidados.
O papel dos Pais é o mesmo do jardineiro
que sabe das necessidades de cada flor,
incentiva ou poda na hora certa.
De qualquer modo fique atento.
Não abandone demais os seus girassóis
porque eles também precisam de carinho…
e não proteja demais os seus miosótis.
As rédeas permanecem com vocês…
mas também a tesoura e o regador.
Não negue, mas não dêem tudo que querem:
a falta e o excesso de cuidados matam a planta…

  • Autoria de José Fernandes de Oliveira
    ” Pe. Zezinho”

Pais Brilhantes

-Chore com seus filhos e abrace-os. Isso é mais importante do que dar-lhes fortunas ou fazer-lhes montanhas de críticas.

– Não forme heróis, mas seres humanos que conheçam seus limites e sua força.- Faça de cada lágrima uma oportunidade de crescimento.

– Estimule seu filho a ter metas.

– Lembre-se: conversar é falar sobre o mundo que nos cerca.

– Dialogar é falar sobre o mundo que somos.

– Abraçar, beijar, falar espontaneamente.

– Contar histórias.- Semear idéias.

– Dizer não sem medo.- Não ceder a chantagem.- Para educar é necessário paciência.
Augusto Cury

Semeando Grãos

Cuida-se da semente, observando o solo onde será plantada.

Cuida-se da semente afofando a terra, depositando-a lentamente no chão, como se estivesse depositando ali um tesouro.

Cuida-se da semente, cercando-a de toda a atenção necessária à germinação…

Cuida-se então da plantinha, germinada, para que ao crescer dê flores que encantem aos mais exigentes observadores…

Cuida-se da planta florida, para que seus frutos sejam tenros, saborosos…

Cuida-se ainda, para que o fruto tenha em seu interior a continuidade da vida:

A SEMENTE.

Sejamos pois, sementes, quando queremos perpetuar

o que há de melhor em nós.

Sejamos flores, quando e onde estivermos e houver necessidade do perfume do otimismo e do encantamento.

Sejamos frutos quando encontrarmos outro ser humano carente de atenção e carinho, alimentando-o com nossa presença amiga.

Sejamos pois, seres humanos em todos os sentidos para que a nossa simples presença possa brotar em cada aflito a possibilidade de uma saída;

em cada pessimista a esperança adormecida; em cada um o dom de ser a cada dia mais feliz.

Queridos Pais

Não tenham medo de serem firmes comigo. Prefiro assim. Isto faz com que me sinta mais seguro. Não me estraguem. Sei que não devo ter tudo o que quero. Só estou experimentando vocês. Não deixem que eu adquira maus hábitos.Dependo de vocês para saber o que é certo ou errado.Não me corrijam com raiva e nem na presença de estranhos.Aprenderei muito mais se falarem com calma e em particular.Não me protejam das consequências de meus atos.Às vezes eu prefiro aprender pelo caminho mais áspero.Não levem muito a sério minhas pequenas dores.Necessito delas para obter a atenção que desejo.Não sejam irritantes ao me corrigir.Se assim o fizerem eu poderei fazer ao contrário do que me pedem.Não me façam promessas que não poderão cumprir depois.Lembrem-se que isso me deixará profundamente desapontado.Não ponham à prova minha honestidade, mas ensinem-me a ser verdadeiro; pois sou facilmente tentado a dizer mentiras.Não me mostrem um Deus carrancudo e vingativo.Isto me afastará dele.Não desconversem quando eu faço perguntas,senão eu procurarei na rua as respostas que não tive em casa.Não mostrem para mim as pessoas perfeitas e infalíveis.Ficarei extremamente chocado quando descobrir um erro seu.Não digam que meus temores são bobos, mas, sim,ajudem-me a compreendê-los.Não digam que não conseguem me controlar.Eu julgarei que sou mais forte que vocês.Não me tratem como uma pessoa sem personalidade.Lembrem-se de que tenho o próprio modo de ser.Não vivam apontando os defeitos das pessoas que me cercam.Isto criaria em mim, desde cedo, um espírito intolerante.Não se esqueçam de que eu gosto de experimentar as coisas por mim mesmo. Não queiram me ensinar tudo. Não desistam de me ensinar o bem, mesmo que eu pareça não estar aprendendo. No futuro, vocês verão em mim o fruto daquilo que vocês plantaram.

FILHOS SÃO COMO NAVIOS

Ao olharmos um navio no porto, imaginamos que ele esteja em seu lugar mais seguro, protegido por uma forte âncora. Mal sabemos que ali está em preparação, abastecimento e provisão para se lançar ao mar, destino para o qual foi criado, indo ao encontro das próprias aventuras e riscos. Dependendo do que a força da natureza reserva para ele, poderá ter de desviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos.Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, mais enriquecido pelas diferentes culturas percorridas.E haverá muita gente no porto, feliz à sua espera.Assim são os FILHOS.Estes têm nos PAIS o seu porto seguro até que se tornem independentes.Por mais segurança, sentimentos de preservação e de manutenção que possam sentir junto dos seus pais, eles nasceram para singrar os mares da vida, correr os próprios riscos e viver as próprias aventuras.Certos de que levarão os exemplos dos pais, o que eles aprenderam e os conhecimentos da escola – mas a principal provisão, além da material, estará no interior de cada um:A CAPACIDADE DE SER FELIZ.Sabemos, no entanto, que não existe felicidade pronta, algo que se guarda num esconderijo para ser doada, transmitida a alguém.O lugar mais seguro em que o navio pode estar é o porto. Mas ele não foi feito para permanecer ali.Os pais também pensam ser o porto seguro dos filhos, mas não podem se esquecer do dever de prepará-los para navegar mar adentro e encontrar o próprio lugar, onde se sintam seguros, certos de que deverão ser, em outro tempo, esse porto para outros seres.Ninguém pode traçar o destino dos filhos, mas deve estar consciente de que, na bagagem, eles devem levar VALORES herdados, como HUMILDADE, HUMANIDADE, HONESTIDADE, DISCIPLINA, GRATIDÃO E GENEROSIDADE.Filhos nascem dos pais, mas devem se tornar CIDADÃOS DO MUNDO. Os pais podem querer o sorriso dos filhos, mas não podem sorrir por eles. Podem desejar e contribuir para a felicidade dos filhos, mas não podem ser felizes por eles.A FELICIDADE CONSISTE EM TER UM IDEAL E NA CERTEZA DE ESTAR DANDO PASSOS FIRMES NO CAMINHO DA BUSCA.Os pais não devem seguir os passos dos filhos. e nem devem estes descansar no que os pais conquistaram.Devem os filhos seguir de onde os pais chegaram, de seu porto, e, como os navios, partir para as próprias conquistas e aventuras.Mas, para isso, precisam ser preparados e amados, na certeza de que “QUEM AMA EDUCA”.“COMO É DIFÍCIL SOLTAR AS AMARRAS”
(Içami Tiba)

JUNTOS CONSTRUÍMOS

Um colocava o tijolo,

Outro passava a massa.

Um era desesperança,

Outro levava esperança.

Um fugia do futuro,

Outro contava o presente.

Um queria parar,

Outro ajudava a andar.

Assim, trabalhando,

Juntos seguiam.

Forças somadas,

Trabalhos divididos,

Destinos confundidos.

Juntos seguiam

Assim trabalhando.

Olhei os dois pedreiros:

Um pondo o tijolo.

Outro alisando a massa.

Um remoendo tristezas,

Outro descobrindo alegrias.

Os dois trabalhando.

Construindo juntos.

E a casa subindo… subindo.

Casa pronta. Beleza de casa!

Os dois se abraçam:

– Não foi fácil?

– Fácil porque você me fazia

andar quando eu queria parar.

– Obrigado companheiro.

Afinal,

JUNTOS CONSTRUÍMOS!

PAI E MÃE…

– Chore com seus filhos e abrace-os.

Isso é mais importante do que dar-lhes fortunas ou fazer-lhes montanhas de críticas.

– Não forme heróis, mas seres humanos que conheçam seus limites e sua força.

– Faça de cada lágrima uma oportunidade de crescimento.

– Estimule seu filho a ter metas.

– Lembre-se: conversar é falar sobre o mundo que nos cerca.

– Dialogar é falar sobre o mundo que somos.

– Abraçar, beijar, falar espontaneamente.

– Contar histórias.

– Semear ideias.

– Dizer não sem medo.

– Não ceder a chantagem.

– Para educar é necessário paciência.

Augusto Cury

A função educativa dos pais

Educar um filho não é simplesmente se fixar na área afetiva; é também iniciá-lo à vida, ajudá-lo a se adaptar para exigências da vida prática e lhe permitir desenvolver sua vida social. É transmitir-lhe um nome, uma linhagem, uma herança cultural e educativa: condutas, referências, ideias, um sistema de valores.

É também favorecer suas experiências, estimulá-lo na curiosidade de conhecer e de agir, desenvolver seu senso crítico e ajudá-lo em suas responsabilidade; ajudá-lo a ter respeito por si mesmo e pelos outros, aprendendo a dominar sua agressividade espontânea, sempre podendo se defender e lutar contra as dificuldades da existência.

Para isso, nada melhor que o exemplo de seus pais, de seus avós e das outras pessoas que o cercam.

Os pais transmitem aos filhos tudo o que sabem, o que aprenderam de seus pais e o que eles mais consideram, depois, deixam que, crescendo, encontrem seus próprios centros de interesse e seus próprios valores.Pode-se dizer que os pais tiveram êxito na educação do filho quando conseguiram ensiná-lo a viver sem eles. Não é bom que os pais fiquem centrados demais na educação dos filhos, aspirando fabricar jovens perfeitos. É sufocante tanto para os filhos quanto para os próprios pais.

Satisfazendo suas aspirações pessoais, os pais incitam os filhos a satisfazer as suas. isso é dar exemplo do prazer de viver!

Outro elemento importante é a relação pais-filhos que se estabelece pela comunicação, seja verbal ou não.

Lembremos que o diálogo é o instrumento privilegiado. Crises e incompreensões sempre se atam em torno do não dito e dos equívocos.

Outro ponto essencial é o acordo dos pais sobre os princípios educativos básicos, quer vivam junto ou não. Muitas divergências, ideológicas ou morais, deixam o jovem dividido, pois ele não pode deixar de tomar partido. A condenação ou desvalorização de um dos pais provoca uma ruptura da identificação, um sentimento de culpabilidade de angústia que levam o jovem a regredir ou a bloquear seu desenvolvimento. mas se um contestar as decisões do outro, o jovem passará pela experiência das diferenças de ideias, de posições e da distinção entre as funções de cada um, o que é muito estruturador.

Assim como faz com a autoridade, o jovem também testa essa aliança, e põe à prova educativa de seus pais e, às vezes, faz da discórdia uma prova de solidez psíquica de todos. Muitas vezes também o jovem é tentado a criar uma coalizão com um dos pais contra o outro. Isso é inconsciente a ambivalente. Ele procura essa aliança e a teme ao mesmo tempo, pois se ele se concretiza, é muito angustiante. Pode acontecer de os pais discutirem e brigarem, o que é pior. O importante, nesses casos, é esse verdadeiro, dizer com suas palavras o que se sente, pois é de nossa franqueza que o jovem tem mais necessidade.

O PRINCIPAL NA VIDA…

Conta a lenda que certa mulher pobre com uma criança no colo, passando diante de uma caverna escutou uma voz misteriosa que lá dentro dizia: entre e apanhe tudo que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porem, de uma coisa: depois que você sair a porta se fechara para sempre, portanto aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal…

A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente.

“Você só tem oito minutos.”

Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou… Lembrou-se, então que a criança ficara lá e a porta estava fechada para sempre!!!

O mesmo acontece, às vezes, conosco.

Temos uns oitenta anos para viver neste mundo e somos advertidos: “Não se esqueça do Principal!…

E o principal são os valores:

Espirituais,

A oração,

A vigilância,

A família,

Os amigos,

a vida!…

Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais os fascinam tanto que o principal vai ficando sempre de lado…

Assim, esgotamos o nosso tempo aqui e deixamos de lado o essencial:

“os tesouros da alma!”

Que jamais nos esqueçamos:

A vida, neste mundo, passa rápido e a morte chega de inesperado. E quando a porta desta vida se fechar para nós de nada valerão as lamentações. Portanto, que jamais esqueçamos do principal!

Se Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?

Educando os filhos para a vida, deles

Seria muito bom se a autonomia dos filhos um processo natural e acontecesse com o passar do tempo. Mas sabemos que depende de educação, potência e coragem dos pais.

A cada fase do desenvolvimento a criança adquire uma habilidade até que domina várias. Cabe a família estimular o processo que ocorre por meio de acertos e erros. Isto vale para tirar a fralda, andar, comer, guardar os brinquedos, realizar deveres escolares, tomar sozinho, etc. Cada etapa vencida nutre a autoconfiança, o que vemos por exemplo quando a criança de 2 anos tenta se vestir, e aos 3 anos quase nem precisa de ajuda, aí os pais devem comemorar estes feitos e não abandonar a supervisão. Dormir é outro desafio, já que à noite os temores aparecem e a maioria pede a companhia dos pais ou logo pulam para camas deles, aí vale estabelecer rotinas afetivas, combinar o número de estorinhas a serem contadas, o importante é que se acostumem a dormir sozinhos, o que fará que na adolescência ela tenha condições de regular o repouso.

A autonomia é um processo que se constrói gradualmente e muitas vezes os pais não tem consciência disso, já que a falta de autonomia repercute na adolescência onde afloram os problemas e não está relacionado ao fato de termos feito as lições por eles, protegido demais, como quando a criança não quer acordar cedo e a mãe o veste e só o acorda perto da escola para que dormisse um pouco mais.

Tais fatos impedem o crescimento autônomo e sorrateiramente enviam a mensagem que ele pode fazer o que quer. Assim temos crianças chatas, birrentas e dependentes. A educação voltada para a autonomia não significa liberdade geral, liberdade também se aprende. A noção de limite é necessária tanto quanto o afeto. Pois se a criança associar que amara é ouvir o sim o tempo todo, reproduzirá este padrão no futuro reagindo negativamente a qualquer “não” recebido e não vai adquirir a flexibilidade necessária para negociações. Assim sua capacidade de tomar decisões acertadas será afetada, o que dificultará por exemplo: que faça uma dieta ou recuse drogas, já que nunca experimentou frustrações na infância, nem aceitou negativas a seus pedidos.

Para fraseando a autora Aratangy “a ilusão de que o filho é nosso se desfaz a cada dia e na adolescência, acaba de vez. Portanto é melhor educá-los para a vida”. A deles.

Colaboração: Maria Gladys Ricardi Vera – Psicóloga

AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVEM

Se as crianças vivem em meio a críticas, aprenderão a condenar.
Se as crianças vivem em meio à hostilidade, aprenderão a brigar.
Se as crianças vivem sendo ridicularizadas, irão se tornar tímidas.
Se as crianças vivem com vergonha, aprenderão o sentimento de culpa.
Se as crianças vivem onde há incentivo, aprenderão a confiança.
Se as crianças vivem onde ocorre a tolerância, aprenderão a paciência.
Se as crianças vivem onde há elogios, aprenderão a apreciação.
Se as crianças vivem onde há aceitação, aprenderão a amar.
Se as crianças vivem onde há aprovação, aprenderão a gostar de si mesmos
.Se as crianças vivem onde há honestidade, aprenderão a veracidade.
Se as crianças vivem com segurança, aprenderão a crer em si mesmas e naqueles que as rodeiam.
Se as crianças vivem em um ambiente de amizade, aprenderão que o mundo é um lugar bom para se viver.
(Dorothy Law Nolte)
E você? O que está ensinando a seu filho? Vamos refletir?

Mensagem para reunião de pais

Havia uma aldeia pequena onde o dinheiro não entrava. Tudo o que as pessoas compravam tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era trocado.

A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a Amizade. Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos, ou utensílio, dava o seu CARINHO.

O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes, era normal que as pessoas trocassem floquinhos de algodão sem querer nada em troca. As pessoas davam seu CARINHO, pois sabiam que receberiam outros num outro momento ou outro dia.

Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos. Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.

Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar CARINHOS e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela.

Então quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham e toda a HARMONIA da cidade desapareceu. Surgiram a GANÂNCIA, a DESCONFIANÇA, o primeiro ROUBO, o ÓDIO, a DISCÓRDIA, as pessoas XINGARAM pela primeira vez e passaram a IGNORAR umas na rua.

Como era o mais querido da cidade, o garoto foi o primeiro a sentir-se TRISTE e SOZINHO, fazendo o menino procurar uma velha para perguntar se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão. Pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu CARINHO, apenas dizendo: obrigado por receber meu CARINHO.

Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último CARINHO sem receber um só de volta.

Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu CARINHO. Outro fez o mesmo… Mais outro… E outro… Até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.

Aceite meu floquinho como prova do meu carinho, pois é assim que pretendo conduzir meu trabalho, neste ano de …………. . Neste ano, quero dividir com você a responsabilidade de educar.

Palmada Ensina?

Os pais ainda questionam se é válido usar palmadas para ensinar uma criança a respeitar limites? Eu não tenho dúvida: as palmadas ensinam. Mas não exatamente aquilo que os pais querem.

Uma criança que apanha aprende a ser: agressiva, pois percebe que bater no outro é uma forma de resolver uma encrenca; cínica, pois desenvolve a capacidade de não se sentir humilhada; mentirosa, pois aprende que certos comportamentos provocam dor e a mentira pode livrá-la do confronto; covarde, pois a fuga é sua única chance de vitória.

Outra desvantagem desse método pedagógico é que ele se baseia na superioridade física dos pais – e essa é e fêmea. Como os filhos crescem a cada dia e os pais já pararam de crescer, seria preciso, para manter a mesma vantagem, a apelar para acessórios cada vez mais pesados, da mão ao chinelo, deste ao cabo de vassoura, e assim por diante.

Além disso, a pedagogia do tapa cria subprodutos nefastos. Aí vão alguns exemplos:

1) “Você vai ver quando seu pai chegar!” – Com esta frase a mãe envenena o vínculo entre o pai e o filho e se desmoraliza, pois revela-se dependente da força do parceiro.

2) “Não bata no seu irmão porque ele é menor que você!” – A declaração, acompanhada de sonoros tapas no irmão agressor, é a mais descarada negação da lógica, o adulto que bate não é maior que a criança que apanha?

3) “Isso dói mais para mim do que para você!” – Nenhuma criança tem recursos para entender o que esse adulto espera dela. Será que o adulto que que ela se sinta culpada pela dor que provoca na mãe?

4) “Um tapa bem dado ensina mais que mil palavras…” – Ainda que se consiga definir “um tapa bem dado”, nenhuma palmada ensina mais do que uma única palavra (não) dita com serenidade e convicção.

4) “Um dia, você ainda vai agradecer por essas palmadas!” – Será que alguém acredita que se tornou melhor por levar uns tabefes? Não é preciso guardar rancor pelos tapas recebidos, mas agradecer já é demais! Ninguém , em sã consciências, acredita que palmadas ensinem os filhos a serem generosos, dignos, leais ou confiantes. E não existem valores mais importantes do que esses.

Acontece nas melhores famílias. Dar um tabefe em um filho com o qual se tem um sólido vínculo de afeto e confiança não pecado mortal. Afinal, os pais são humanos, Às vezes a vida exige demais, nem sempre se tem o comportamento mais adequado. Esse tapa que estala sem que se saiba direito de onde veio, como se a mão ganhasse vida própria e partisse sem comando, transmite uma informação fundamental: que os pais não são perfeitos, são mortais que fazem o que podem, não o que querem.

O importante que se reconheça que um tapa emana sempre de uma fraqueza, da impossibilidade de se controlar e de manter o diálogo. Pecado é a hipocrisia de transformar essa dificuldade em uma tese de Pedagogia.

Lidia R.Aratangy – Revista Viver – janeiro de 2002.

ANTES QUE ELES CRESÇAM

Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos.
É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados.
Crescem sem pedir licença à vida.
Crescem com uma estridência alegre e, às vezes com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maneira que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça…
Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes e cabelos longos, soltos.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com uniforme de sua geração.
Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias, e da ditadura das horas.
E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros.
Principalmente com os erros que esperamos que não se repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos filhos.
Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.
Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.
Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes hamburgueres e refrigerantes, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos.
Sim havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim.
Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas “pestes”.
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito para que eles acertem nas escolhas em busca da felicidade.
E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.
O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.

A Família

A lição de casa possibilita à família compartilhar parte dos conhecimentos que seus filhos constroem ao longo dos trabalhos. Demonstrar interesse na vida escolar da criança marca, na formação do estudante, a importância que a família atribui aos estudos.
Em relação à lição de casa, cabe ressaltar que o aluno deve realizar sozinho essa tarefa. Há sempre um cuidado do Colégio em planejar atividades nas quais ele possa trabalhar com autonomia, além de um momento reservado na rotina escolar para a apresentação e explicação da proposta da tarefa a ser feita em casa.

Os pais devem acompanhar a realização das tarefas de casa no momento da execução das mesmas, ou reservar um tempo diário ou semanal para:

verificar se a lição foi realizada, ou não, reforçando a atitude de cumprimento de responsabilidade;

observar se está bem feita ou não (capricho, organização, limpeza etc.);

elogiar, motivar e estimular seu esforço e realização, conversando sobre acertos e erros.

Orientações Gerais para o bom desenvolvimento na realização da atividade de casa

  1. Dispor de um local bem arejado, ventilado e iluminado.
  2. Utilizar mesa e cadeira compatíveis com a altura da criança: os pés devem alcançar o chão ou dispor de um apoio para descansá-los.
  3. Incentivar seu(a) filho(a) a realizar a lição usando postura adequada: sentar-se em cadeira, sempre com a coluna ereta e os pés apoiados (evitar postura de corpo deitado no chão, no sofá ou debruçado sobre a mesa).
  4. Propiciar um ambiente reservado: silêncio, TV e som desligados, sem movimentação e conversas de pessoas por perto, para não distrair a atenção da criança.
  5. Criar um horário fixo para a realização da atividade de casa (organização do tempo, incorporado à rotina), se possível, respeitando o “relógio biológico” da criança, ou seja, hora em que está mais disposta mentalmente para poder render mais.
  6. Manter organizado o material necessário (lápis, papel, tesoura, cola, revistas etc.) e próximo à criança, evitando perda de tempo e de concentração para encontrá-lo.
  7. Reservar os fins de semana para o lazer de seus filhos com amigos e familiares.

Os pais devem ou não ajudar seus filhos na lição de casa?

O interesse, a participação e a ajuda que possibilita a criança a trabalhar cada vez mais autonomamente, são sempre bem-vindos!

Os 10 mandamentos do dever de casa

1 – Jamais faça a lição de casa por seu filho ou permita que outros o façam (avós, empregada, irmão mais velho, amigo). Tenha clareza de que a lição é de seu filho e não sua, portanto, ele tem um compromisso e não você. Deixe-o fazendo a sua tarefa e vá fazer algo seu. Ele precisa sentir que o momento da tarefa é dele.

2 – Organize um espaço e um horário apropriados para ele fazer s tarefas.

3 – Troque ideias ou formule perguntas para ajudar no raciocínio, mas só se for requisitado. Não dê respostas, faça perguntas, provoque o raciocínio.

5- Seja sempre regrado com o tempo de estudo, lembrando:quantidade não é qualidade;

4 – Diga “tente novamente” diante da queixa. Refaça. Recomece. Caso seu filho perceba que errou, incentive-o a buscar o acerto ou uma nova resposta. Demonstre com exemplos que você costuma fazer isso. nesse caso, valem os itens anteriores para reforçar este.

6 – Torne o erro construtivo. Errar faz parte do processo de aprender (e de viver!). Converse, enfatizando a importância de reconhecermos os nossos erros e aprendermos com eles. Conte histórias que estão relacionadas a equívocos.

7 – Lembre-se de que fazem parte das tarefas escolares duas etapas: as lições e o estudo para rever os conteúdos. As responsabilidades escolares não findam quando o aluno termina as lições de casa. Aprofundar e rever os conteúdos é fundamental.

8 – Não misture as coisas. Lição e estudar são tarefas relacionadas à escola. Lavar louça, arrumar o quarto e guardar os brinquedos são tarefas domésticas. os dois são trabalhos, no entanto, de naturezas diferentes. Não vincule um trabalho ao outro, e só avalie as obrigações domésticas.

9 – Não julgue a natureza, a dificuldade ou a relevância da tarefa de casa. A lição de casa faz parte de um processo que começou em sala de aula e deve terminar lá. Se você não entendeu ou não concordou, procure a escola e informe-se. Seu julgamento pode desmotivar seu filho e até mesmo desqualificar a professora e, consequentemente, a tarefa de casa e seus objetivos.

10 – Demonstre que você confia em seu filho, respeita suas iniciativas e seus limites e conhece suas possibilidades. crie um clima de camaradagem e consciência na família, mas não deixe de dar limites e ser rigoroso com os relapsos e irresponsabilidades.

Isabel Cristina Parolin, autora do livro Pais Educadores – É Proibido Proibir? Ed. Mediação.

Os dez mandamentos do pai do bom estudante

Existem algumas regrinhas básicas para você que deseja ver seu filho transformado m um bom aluno, que não lhe dê problemas maiores (porque alguns, pequenos, sempre teremos!) em relação a escola e aos estudos. O pai do bom estudante:

  1. Vê a escola como aliada e não como oponente;
  1. Na maioria absoluta das vezes é favorável às decisões que a escola toma e as apóia porque sabe que a elegeu com cuidado para cuidar do filho, em suma, não critica sem ouvir a escola antes;
  1. Não tem pena dos filhos quando eles têm tarefas, pesquisas ou estudo para fazer;sabe que estudar assim como trabalhar, só faz bem a crianças e jovens;
    04. Supervisiona o trabalho e o estudo do filho, mas não faz as tarefas por ele, apenas orienta, olha a agenda escolar para estar a par, diariamente, das comunicações que a escola manda;
  1. Sabe diferenciar com clareza situações em que os resultados positivos na escola são fruto de esforço ou quando os negativos se relacionam à falta de dedicação dos filhos;
  1. Incentiva os filhos com palavras e gestos de afeto, estímulo e compreensão, mesmo quando não tiram notas excelentes, pois percebe quando deram o máximo de si e quando não cumpriram a parte que lhes cabe;
    07. Providencia o necessário para que os filhos superem dificuldades que eventualmente surgem na vida dos estudantes, sem, no entanto, desistir, estigmatizar os filhos ou culpar de imediatoa escola;
  1. Não facilita nem permite faltas, atrasos ou “enforcamento” de aulas ou ausência nos dias letivos sem motivo absolutamente justo;
  1. Segue e faz os filhos seguirem o regulamento da escola, nunca estimulando ou desejando regras especiais para o seu filho, que reconhece como igual às demais crianças, com direitos e deveres, enfim, sem “pressionar” a escola para que ela mude seus pressupostos e aja de acordo com o que considera interesse pessoal;
  1. Não pressiona a escola ou determinado professor quando alguma coisa inesperada ocorre, porém averigua a situação real, pois uma boa escola nunca deseja errar e sabe que uma boa educação escolar é a melhor aliada da família na formação de cidadãos honestos, produtivos e bem-sucedidos.

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